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Agora e este

O meu blog agora e este visitem http://vitos.blogs.sapo.pt/

 Escrito por Vitor às 20h52
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SINDICATO DISTINGUE SUL-AFRICANO

SINDICATO DISTINGUE SUL-AFRICANO
McCarthy eleito melhor jogador de Outubro

McCarthy foi eleito o melhor jogador da Superliga no mês de Outubro pelo Sindicato dos jogadores profissionais (SJPF).

O avançado sul-africano conquistou o prémio pela terceira vez, somando 72 pontos, mais dois que o jogador do Vitória de Setubal Jorginho. McCarthy sucedeu a Van der Gaag, do Marítimo, distinguido em Setembro.

No "top" dos dez jogadores mais votados aparecem os leões Liedson, 67 pontos, e Douala, 66; Diego (FC Porto), Manuel Fernandes e Simão Sabrosa (Benfica), 65 pontos; os sadinos Ricardo Chaves e Manuel José, 64 pontos e Palatsi (V. Guimarães) 63.

A entrega do troféu acontecerá no 'clássico' de segunda-feira entre FC Porto e Sporting, no Estádio do Dragão.

 



 Escrito por Vitor às 22h40
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Daniel Gaspar: "O Vítor Baía vale por uma grande defesa"

O treinador de guarda-redes do FC Porto não tem dúvidas que o seu pupilo é um predestinado. Tem classe, presença e uma força mental extraordinária. Daniel GAspar que tenta que os treinos sejam uma permanente fuga à rotina e refuta a ideia de que à margem do "clássico" possa acontecer um duelo Baía-Ricardo

RUI GOMES


Daniel Gaspar não tem qualquer dúvida que Vítor Baía, pese os 35 anos e os troféus conquistados, continua a trabalhar com o entusiasmo de um adolescente. Em vésperas do "clássico" com o Sporting, o especialista no trabalho diário com os guarda-redes portistas garante que o ritmo será o mesmo de sempre e que não existem fórmulas especiais para estes jogos.

Não lhe passa pela cabeça que exista, à margem do jogo, um duelo Baía-Ricardo, e revela alguns dos aspectos que marcam o seu trabalho semanal, bem como a forma interventiva que adopta durante os jogos. Recusa entrar em comparações ou polémicas sobre quem é o melhor guarda-redes nacional, mas deixa no ar uma frase que diz muito: "os factos falam por si..."

O JOGO | Não acha que é complicado treinar alguém que tem 35 anos, já ganhou inúmeros troféus, e foi considerado o melhor da Europa na época passada?
DANIEL GASPAR | O trabalho que efectuo com o Vítor Baía é igual ao que faço com todos os outros. No caso dele tenho um enorme respeito pelo seu estatuto e pelo que conseguiu ao longo da sua carreira. Não é novidade nenhuma dizer que é um guarda-redes com uma enorme experiência e sucesso, mas atingiu esses patamares com muito trabalho. Quando chego ao Centro de Treinos levo na cabeça aquilo que devo fazer, um trabalho que passa por ser criativo. Tento introduzir sempre novidades nos treinos de forma a quebrar a rotina. Se isso não acontecer, o treino torna-se chato. Mas não é nada complicado. Ele é um grande profissional, um estudante da posição que ocupa, sempre disponível para conversar. É uma pessoa muito positiva. Para além disso demonstra uma enorme receptividade para fazer coisas novas.

R | Que mais valias pode o seu trabalho trazer para o desenvolvimento dos guarda-redes do FC Porto?
P | O meu trabalho não tem segredos. Penso nele todos os segundos do dia e garanto que devem existir poucas pessoas que acordem a pensar no trabalho e adormeçam a pensar nele. Posso ter alguns métodos diferentes de outros treinadores, mas o objectivo é o mesmo: tentar que os guarda-redes com quem trabalho sofram o menor número de golos. No trabalho que efectuo diariamente vou buscar novidades relacionadas com o treino de basquetebol, boxe e voleibol. Treino a explosão, a reacção e a visão. Nunca deixo que os guarda-redes saibam o que vou fazer no treino ou no do dia seguinte, pois isso não os motiva. Por outro lado, analiso as outras equipas, a forma como os avançados actuam e treinam.
 

"Os clássicos não são os jogos mais difíceis"


P | Existe alguma preparação específica antes de um "clássico"?
R | Os clássicos, na minha opinião, não são os jogos mais difíceis. Nestas alturas a ambição e a motivação estão sempre nos patamares mais elevados. No caso do Sporting, o que tenho a dizer é que o Vítor Baía vem de um bom jogo contra o Paris Saint-Germain e o meu trabalho passa por manter o ritmo, aquilo que se pode designar por ritmo automático, que na prática significa mantê-lo mentalmente, fisicamente e emocionalmente no patamar elevado em que se encontra.

P | O FC Porto-Sporting vai ser também um Vítor Baía-Ricardo?
R | Não. Tenho a certeza que para o Vítor vai ser apenas o FC Porto-Sporting e a conquista dos três pontos. O Vítor não vai jogar contra o Ricardo, mas sim contra o Sporting.

P | Considera o guarda-redes do FC Porto o melhor de Portugal e um dos melhores da Europa?
R | A UEFA disse que ele era o melhor da Europa. Eu digo, preto no branco, olhem para os factos. Desde 1993 que trabalhei com os guarda-redes da selecção e tenho um profundo respeito por todos eles. Não quero dizer que ele é o melhor mas...analisem os factos.
 

"Uma força mental extraordinária"


P | O que é que acha que o Vítor Baía ainda pode melhorar?
R | Não estou a ver uma componente específica que possa ser melhorada. Todos os atletas erram e o mais importante é recuperar dos erros. Isso vai dizer se um guarda-redes pode sobreviver à pressão. Uma resposta mais completa a esta questão fica entre mim, ele e o treinador.

P | Como é que reage quando sofre aquilo que vulgarmente se designa por um "frango"?
R | Ele tem uma força mental extraordinária, um elemento fundamental para um atleta sobreviver ao mais alto nível. Assume sempre as suas responsabilidades. O Vítor teve vários episódios ao longo da sua carreira que demonstram essa força mental. O cérebro do Vítor é o seu melhor amigo e por vezes há guarda-redes em que o cérebro é o seu mais perigoso inimigo.
 

"Classe e presença"


P | Qual o aspecto que mais sobressai no Vítor Baía?
R | A sua presença na baliza vale uma grande defesa. Tem classe e dá grande tranquilidade aos seus companheiros. Vou contar um episódio que se passava na selecção. No final dos treinos era normal treinarmos penáltis. Quando estava um outro guarda-redes que não o Vítor Baía os jogadores colocavam a bola e saía bomba. Quando era a vez do Vítor não se passava a mesma coisa. O marcador já pensava o lado para onde iria rematar, se o fazia com força ou em jeito. O Vítor criava a dúvida, mexia com a parte psicológica dos companheiros. É algo que não se treina, pois nasce com as pessoas. Com poucas pessoas...

P | Qual a sua intervenção ao longo dos jogos?
R | Durante os jogos anoto todas as intervenções dele, os minutos a que se verificaram e o resultado que as suas acções causam. No intervalo transmito-lhe as minhas informações e no fim falámos sobre o assunto. Na minha perspectiva, o jogo é o melhor técnico de guarda-redes.



 Escrito por Vitor às 14h26
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Figo aposta em Deco para para ganhar a Bola de Ouro

Figo aposta em Deco para para ganhar a Bola de Ouro

O Portugues Luis Figo referiu que o seu companheiro Deco e o maior candidato a vencer a próxima Bola de Ouro: “Sim porque unm dos parámetros sao os títulos conquistados, Deco tem todas lashipoteses. Porque foi campeao da Liga de Campeoes com o FCPorto e vice-campeao do Euro2004 com Portugal. o Outro parámetros sao de natureza  individual, creio que ele tem mais possibilidades do que Henry o Ronaldinho”.


 



 Escrito por Vitor às 14h16
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Maniche: "Vitória sobre o Sporting vinha mesmo a calhar"

"Vitória sobre o Sporting vinha mesmo a calhar"

Frustrado com a trajectória do FC Porto na Liga dos Campeões, o médio agarra-se ao principal objectivo que sobra para o que resta da época, a conquista da SuperLiga. Maniche diz que tem faltado sorte e espera que a equipa se reencontre com as boas exibições contra o Sporting


O Sporting aparece no caminho do FC Porto num período conturbado, mas Maniche acredita que essa conjugação de factores poderá até servir de estímulo para fazer regressar os portistas a um rendimento mais aceitável. "É um jogo importante e a vitória seria importante para dar moral à equipa", disse, sublinhando a traço grosso o principal objectivo da época, o único, de resto, que ainda não está comprometido. Os deslizes na Madeira, somados aos de Guimarães e à incapacidade de dar a volta a um PSG acessível, obrigam Maniche a lançar um alerta: "Nada está perdido, mas temos que melhorar bastante para conseguirmos o principal objectivo, que é a conquista da SuperLiga". O Sporting - que, como ficou célebre numa frase de Mourinho, pagou a factura da derrota do ano passado no Mónaco - volta a defrontar um FC Porto desiludido e com algumas frustrações acumuladas. "Rectificar a imagem" é, assume o médio portista, a vontade do grupo. "Tem que haver sempre motivação para quem joga no FC Porto e uma vitória sobre o Sporting vinha mesmo a calhar".

O trajecto na Liga dos Campeões tem sido decepcionante, sobretudo nos jogos efectuados no Dragão. O campeão europeu em título não tem sabido defender os pergaminhos conquistados em Gelsenkirchen e o médio admite um certo vazio por ter a passagem à segunda fase comprometida . "É uma frustração muito grande depois de termos vencido a Liga dos Campeões", sublinhou, optando por um discurso realista sobre o futuro na prova: "O apuramento está mais difícil. Este jogo com o Paris Saint-Germain era muito importante para dar mais ânimo e para chegarmos à segunda fase. Era fundamental para as nossas aspirações. Resta dignificar a camisola do FC Porto e ganhar os dois jogos que faltam". Pessimismo excessivo? "Não, é um discurso realista. Nada está perdido, mas vai ser mais difícil ainda".

A dois jogos do fim da primeira fase da prova, Maniche fez um primeiro balanço ao percurso do FC Porto. "Faltou sorte, ainda não a tivemos; faltou calma. Demos tudo, tivemos vontade de vencer, mas não conseguimos". As contas portistas passam a incluir parcelas alheias. "O FC Porto passa a depender de terceiros e vai ser difícil garantir o apuramento. As atenções estão centradas no FC Porto e as equipas já nos conhecem por aquilo que fizemos nos últimos dois anos", resume, em jeito de explicação para as maiores dificuldades sentidas.



 Escrito por Vitor às 08h35
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FCPorto vs SCP

 Vamos la apoiar o FCPorto para alcansar mais uma vitoria, porque e tambem nos momentos mais dificeis, que els precisam de apoio para alcansar a vitoria, temos que apoia-los e acreditarem neles, FORÇA PORTOOO...

 Escrito por Vitor às 17h10
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FC Porto frente ao PSG: Pontos de qualidade só com Baía e Diego

FC Porto frente ao PSG: Pontos de qualidade só com Baía e Diego
 
Vítor Baía acabou por ser determinante no jogo, ao evitar com duas grandes defesas, já próximo do fim, a vitória do Paris SG. O guarda-redes provou aí toda a sua classe, e foi o principal responsável por manter a sua equipa ainda no caminho do apuramento. Só Diego, a breves espaços, é que marcou também pontos de qualidade, num campeão sem cabeça.

VÍTOR BAÍA (3). O guarda-redes do FC Porto justificou o prémio do melhor atleta da sua equipa - Vítor Baía foi chamado ao jogo por duas vezes, ambas em remates perigosos de Mendy, e nos dois lances correspondeu em absoluto, provando toda a sua classe. Na primeira situação, Mendy isolou-se (80') e Vítor Baía, corajoso, saiu da baliza, ofereceu o corpo à bola, e evitou o golo. Logo a seguir (81') grande defesa num canto directo do mesmo Mendy. O FC Porto ainda tem hipóteses de se apurar na Liga dos Campeões. Graças a Baía...

SEITARIDIS (3). O lateral apresentou-se atento às movimentações de Cissé, segurou-o com autoridade, e não perdeu um lance na defesa da sua área. Exigia-se-lhe maior atrevimento no apoio ao ataque, o que só se verificou na segunda parte, mas sem provocar grandes estragos na defesa parisiense.

JORGE COSTA (3). Dirigiu a zona central com pulso firme e revelou desde sempre capacidade para resolver os pequenos problemas colocados por Pauleta.

PEDRO EMANUEL (3). Defensivamente responsável, controlou sem dificuldade os tímidos contra-ataques do Paris SG, e revelou uma outra qualidade: avançou com frequência no terreno, procurando, assim, provocar desequilíbrios no meio campo.

RICARDO COSTA (3). Esteve muito metido no jogo, cumpriu com as suas obrigações defensivas - Pancrate foi, por vezes, ameaça - e aventurou-se com frequência no ataque. Um grande remate de cabeça (90') com Letizi a defender a custo.

BOSINGWA (2). O volume do seu jogo ofensivo foi sempre baixo, falhou muitos passes, procurou abrir espaços, mas sem sucesso. Tenso e sobretudo precipitado na forma como procurou atacar a baliza parisiense. O seu trabalho defensivo foi razoável.

DIEGO (3). A equipa do FC Porto marcou pontos de qualidade - a breves espaços - quando Diego apareceu no jogo. Essa situação só se verificou no último quarto de hora da 1ª parte, numa altura em que o ataque à área de Letizi foi mais efectivo e sobretudo mais perigoso.

MANICHE (2). Não conseguiu, desta vez, acelerar o jogo; não conseguiu, desta vez, torná-lo dinâmico e imprevisível; Maniche esteve apagado. Só dois bons remates no seu registo (20' e 84') que levaram selo de perigo.

QUARESMA (1). O seu rendimento no lado direito e no lado esquerdo do ataque foi deficitário. Só ele estranhou a sua substituição...

MCCARTHY (3). Não teve grandes oportunidades para brilhar, mas foi um dos jogadores que mais ameaçou a defesa do Paris SG. Víctor Fernández tirou-o cedo do jogo (64'). Péssima decisão.

DERLEI (1). Só força de vontade. Derlei bem tentou, bem se esforçou, mas pouco conseguiu. Há um "penalty" sobre ele.

CARLOS ALBERTO (1). Encostado ao flanco esquerdo perdeu-se.

HUGO ALMEIDA (1). Só lutou.

HÉLDER POSTIGA (1). Num lance com batota ia marcando.



 Escrito por Vitor às 17h02
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Deco "tocado" no pé direito

 
Deco "tocado" no pé direito
Deco não participou no treino de ontem do Barcelona, devido a uma lesão num dedo do pé direito, sofrida no jogo de anteontem com o Atlético de Bilbau, que terminou empatado a um golo. O luso-brasileiro, que teve de ser substituído ao intervalo da partida de San Mamés, foi poupado por Frank Rijkaard e está em dúvida para o importante compromisso da Liga dos Campeões com o Milan, marcado para amanhã à noite no Camp Nou. Deco não foi, de resto, a única vítima do encontro realizado no País Basco, já que também o camaronês Eto'o sofreu um "toque" e ficou de fora da sessão de ontem, realizando apenas banhos e massagens. O avançado deverá, no entanto, estar disponível para a recepção ao Milan.


 Escrito por Vitor às 10h31
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Cristiano Ronaldo "dá" Bola de Ouro a Deco

Se dependesse de Cristiano Ronaldo, Deco já teria a Bola de Ouro de 2004 na sua sala de troféus. Foi desta forma, rápida e frontal como o seu futebol, que Ronaldo o afirmou, numa entrevista ao jornal espanhol Marca: "Por mim, dava-lhe a Bola de Ouro. Ninguém ganhou mais do que ele em dois anos. Ganhou a Taça UEFA, a Liga dos Campeões e, com a selecção, chegou à final do Campeonato da Europa. Não está mal, pois não?".

De acordo com o internacional português, o seu companheiro de selecção ajudou o Barcelona a "melhorar muito em muito pouco tempo", além de ser um dos jogadores que o divertem enquanto espectador. "Sempre que joga Deco, Figo ou Ronaldinho fico colado à televisão. Adoro relaxar em casa e ver jogos. Não consigo evitar seguir alguns dos meus amigos", afirmou o número 7 dos "red devils", igualmente admirador do talento do seu companheiro Van Nistelrooy, de Zidane e dos adversários Henry e Reyes, ambos do Arsenal.



 Escrito por Vitor às 10h29
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DESEMPENHO DO BARCELONA

DESEMPENHO DO BARCELONA
Deco na defensiva

O luso-brasileiro Deco, do Barcelona, não se deslumbra com a vantagem pontual da equipa catalã sobre os principais rivais na luta pelo título, Valencia e Real Madrid:

"Estamos num grande momento e há que aproveitar. Até porque as coisas podem mudar em pouco tempo. Oito ou nove pontos de vantagem não é assim tanto, com tanto campeonato pela frente." Aliás, Deco sublinha que, pelo facto de serem líderes, "os adversários entram em campo mais motivados".

O médio garante que a conquista de títulos é a prioridade. Jogar bem vem depois: "Prefiro ganhar a dar espectáculo. O Barça não vence nada há muito tempo e os adeptos têm sede de triunfos."

Record

Deco cauteloso apesar do avanço

Os nove pontos de vantagem que o Barça possui sobre o Real Madrid não chegam para entusiasmar o "mágico", consciente de que a Liga espanhola está apenas no início. O luso-brasileiro admite, no entanto, que os catalães atravessam um grande momento


Deco afirmou ontem à Imprensa catalã que o Barcelona não pode relaxar à sombra do seu actual avanço no topo da tabela da Liga espanhola, pois faltam ainda muitos jogos para o fim da competição. "Estamos num grande momento e temos de aproveitá-lo, porque as coisas podem mudar rapidamente. Oito ou nove pontos não são muitos, num campeonato como este", comentou o ex-portista, acrescentando que, apesar de ter ainda muito para melhorar, o Barça está preparado para defrontar qualquer adversário, a começar já pelo Atlético de Bilbau no próximo domingo. Recorde-se que os catalães ocupam o primeiro lugar, com cinco pontos de avanço sobre o Sevilha, oito sobre o campeão Valência e já nove sobre o rival Real Madrid.

O internacional português orgulha-se de integrar uma equipa que é considerada uma das mais espectaculares do futebol europeu, mas mostrou-se mais interessado em continuar a vencer jogos. "O Barcelona não ganha nada há muito tempo e as pessoas estão ansiosas por conquistar títulos. Prefiro ganhar sempre do que dar espectáculo. Se não ganharmos, nunca poderemos dar espectáculo", referiu. Deco elogiou ainda o comportamento do sector defensivo do conjunto orientado por Frank Rijkaard, dizendo que é muito importante continuar a sofrer poucos golos: "Se assim for, basta marcarmos dois ou três para ganhar".

OJOGO



 Escrito por Vitor às 18h21
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Deco (Barcelona)


Voltou a estar em bom plano, preocupando-se mais com a equipa do que com a sua produção individual. Também tentou o golo em duas ocasiões, mas foram mais as vezes em fez assistências para os companheiros. No segundo tempo, Frank Rijkaard substituiu alguns jogadores, mas o internacional português continuou em campo, o que diz bem da sua influência.



 Escrito por Vitor às 16h39
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Maniche ausente do treino

Maniche ausente do treino
Manuel Araújo
Maniche
Maniche

O médio Maniche foi o grande ausente do treino desta manhã no Centro de Treinos do Olival, em consequência das mazelas sofridas no encontro de ontem frente ao Penafiel.

Depois da vitória sobre a equipa duriense, os dragões regressaram esta manhã ao trabalho para preparar a deslocação a Guimarães, onde defrontam quarta-feira o Vitória local em jogo a contar para a Taça de Portugal.

E se a lesão de Maniche não deve ser preocupante, Víctor Fernández não esconde algum receio face ao previsível desgaste da equipa. É que pela frente estão quatro jogos em doze dias: a seguir a Guimarães, segue-se o Nacional, na Madeira (sábado), Paris Saint-Gernain e Sporting.

Assim, a equipa deverá surgir no reduto vitoriano com algumas alterações.



 Escrito por Vitor às 16h30
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So ate o intervalo

O campeão nacional fez uma primeira parte que, a espaços, chegou a atingir momentos brilhantes. Depois, perante a fragilidade do adversário e a vantagem no marcador, passou a segunda metade a controlar os acontecimentos e a poupar-se para os duros confrontos dos próximos quinze dias

RUI GOMES


Uma primeira parte de excelente nível, em que dominou de todas as maneiras e feitios o seu adversário, valeu ao FC Porto a segunda vitória da época no Estádio do Dragão, mas valeu-lhe igualmente uns fortes assobios na segunda parte quando, de forma compreensível, os jogadores optaram por se resguardar para o ciclo complicado de jogos que vão ter de efectuar nos próximos 15 dias. É uma atitude que não se pode reprovar aos pupilos de Victor Fernandez, mas que fez com que pairasse no ar a ideia de que o jogo podia ter acabado ao intervalo. E, de certeza, ninguém teria ficado muito aborrecido.

Foi, com efeito, um daqueles jogos em que o descanso marcou uma diferença clara entre as duas partes. Na primeira, o FC Porto surgiu dominador, pressionante, jogando a toda a largura do terreno, baralhando por completo o Penafiel, que ilustrou nessa fase a célebre teoria da manta: se tapava a cabeça, destapava os pés e vice-versa. Dois golos, e várias oportunidades de dilatar a vantagem, acabaram por ilustrar a produção dos comandados de Victor Fernandez. O Penafiel era um mero figurante - conseguiu neste período efectuar um remate que Baía travou com facilidade -, que se limitava a ver a banda passar ou, em último caso, ir tentando levantar a calçada em determinadas zonas para tentar que os solistas desafinassem. Mas, verdade seja dita, nem com muito boa vontade o conseguiu.
 

Costinha no banco


Tal como se previa, Fernandez apostou em Quaresma para tentar dar mais acutilância ao ataque. Menos previsível, embora aceitável dada a sobrecarga a que tem sido sujeito, foi a opção de deixar Costinha no banco, colocando em jogo Bosingwa. Mudanças que não causaram qualquer engulho na movimentação do campeão nacional, que aos 13' já estava em vantagem no marcador. Mas mais marcante do que a superioridade no marcador era aquela que se via no relvado. O Penafiel não atinava com as marcações, baralhava-se com as trocas dos médios e extremos do adversário e revelava uma clara incapacidade para apoquentar o último reduto contrário, pese Luís Castro ter optado por colocar três elementos na frente atacante.

Quando McCarthy marcou o segundo golo, pairou no estádio a possibilidade de uma goleada. A equipa estava a jogar bem, pressionava a preceito, o adversário estava aturdido e ainda nem se tinha chegado à meia-hora de jogo. Só que quem pensou assim seguramente que após o intervalo deve ter-se arrependido de não ter ido embora, quanto muito para ver o encontro na televisão. É que da segunda parte muito pouca coisa de bom há para apontar.

Com efeito, apesar do cenário ser o mesmo, o filme foi completamente diferente. Luís Castro introduziu dois novos elementos - Sidney e Rolf - no lugar dos inoperantes Fernando Aguiar e Folha e o Penafiel deu a ideia de ir apresentar uma disposição mais atrevida. Parecia que, finalmente, os dragões iriam ter alguns problemas no seu último reduto, uma vez que a formação forasteira parecia disposta a não sair do Dragão com uma imagem tão má como aquela que tinha dado nos primeiros 45'.

O que aconteceu foi que, se o Penafiel melhorou - mas, atenção, foi uma melhoria que pouco acrescentou ao espectáculo -, teve muito mais tempo para respirar e espaço para jogar. Teve tudo isso, mas não o aproveitou. E para piorar as coisas, o FC Porto baixou claramente de rendimento. Vendo que o adversário era incapaz de lhe causar grande mossa, o campeão nacional diminuiu o ritmo, acabou com a pressão e preferiu trocar a bola a correr muito. A ideia até nem foi má - os jogadores têm sido sujeitos a um enorme desgaste -, mas o espectáculo não agradou a ninguém. E tirando uma excelente defesa de Baia, na sequência de grande remate de Wesley, e um ou outro lance junto da baliza de Nuno Santos, a monotonia foi a nota dominante. Uma "pachorra" que só era quebrada pelos assobios dos adeptos, que queriam ver espectáculo e aquilo que viam era a bola a circular da direita para a esquerda, da frente para trás e de trás para os lados.
 

Ficha de jogo


Estádio do Dragão | relvado: bom | espectadores: 31 177 | árbitro: Rui Costa, Porto | assistentes: António Perdigão, José Carlos Santos | 4º árbitro: José Coelho

GOLOS [1-0] McCarthy 14', [2-0] McCarthy 25'

FC Porto
99 Vítor Baía GR
22 Seitaridis LD
2 Jorge Costa DC
5 Ricardo Costa DC
14 Areias LE
17 Bosingwa MD
16 Diego MO 63'
18 Maniche MO
10 Quaresma AD
77 McCarthy AV 63'
11 Derlei AE 77'
T: Victor Fernandez
13 Nuno GR
6 Costinha MD
33 Raul Meireles MD 63'
19 Carlos Alberto MO 77'
21 Maciel AD
41 Hélder Postiga AV 63'
29 Hugo Almeida
Amarelos 72' Bosingwa

Penafiel
24 Nuno Santos GR
2 Celso LD
23 Nuno Silva DC
3 Odair DC
20 Pedro Moreira LE
22 Fernando Aguiar MD 46'
25 Nilton MD
10 Wesley MO
30 Clayton AD
9 Roberto AV 73'
11 Folha AE 46'
T: Luís Castro
1 Avelino GR
6 Weligton DC
8 Bruno Amaro MD
16 Sidney MD 46'
7 Edgar AD
17 Drulovic AE 73'
28 Rolf AV 46'
Amarelos 28' Nilton, 85' Pedro Moreira, 89' Sidney
 

Estatistica do jogo


FC Porto
18 remates
0 poste
6 defendidos
2 golos
10 fora
1 pequena-área
11 grande-área
6 fora da área
11% eficácia remate/golo
22 faltas cometidas
6 cantos
5 foras-de-jogo

Penafiel
6 remates
0 poste
3 defendidos
0 golos
3 fora
0 pequena-área
3 grande-área
3 fora da área
0% eficácia remate/golo
19 faltas cometidas
5 cantos
8 foras-de-jogo



 Escrito por Vitor às 16h29
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FCPorto vs Penafiel- Um a Um

O livro de Diego

O brasileiro rabiscou mais umas páginas daquilo que poderá vir a ser uma autêntica enciclopédia de bom futebol. Areias imprimiu um dinamismo assinalável ao lado esquerdo e Bosingwa não desperdiçou a oportunidade. Maniche oscila, mas McCarthy não perdoa

HUGO SOUSA

McCarthy 8


Paris parece ter sido apenas uma interrupção momentânea na hemorragia de golos. Talvez por isso se chame veia goleadora aos acertos de um ponta-de-lança, que, no caso, continua inspirado. Oportuno o desvio no primeiro golo e a forma decidida como partiu para o segundo, apesar das dúvidas quanto à legalidade do lance. Terá sido ligeiramente egoísta, quando, aos 41', insistiu no remate com Diego em melhor posição. Não há nada como ter concorrência no plantel para lhe espremer toda a qualidade.
 

Vítor Baía 6


Com poucas oportunidades para aquecer os músculos, por falta de pontaria dos penafidelenses, acabou por brilhar numa acrobacia que desviou um livre perigoso de Wesley.
 

Seitaridis 5


Pouco atrevido nas subidas, vigiou sem desatenções as investidas pelo seu lado. Esse era o trabalho que lhe competia, mas talvez se justificasse maior apoio ao extremo que atacava pela direita.
 

Jorge Costa 6


Arrancou gargalhadas ao tropeçar nele próprio, ainda na primeira parte, e esse foi o lance mais esforçado em que se viu envolvido. Destacou-se, sobretudo, na área adversária.
 

Ricardo Costa 6


Finalmente a central, como gosta, teve poucas oportunidades para se impor. Atento, espanou bem a pouca poeira que o ataque do Penafiel tentou levantar.
 

Areias 7


O jogo mais desinibido que fez pelo FC Porto. Foi o mais atrevido da defesa, tentou duas vezes o golo, que falhou por pouco, e ainda se destacou com bons cruzamentos.
 

Bosingwa 6


Desembaraçou-se bem nas funções de Costinha, imprimindo maior dinamismo a tarefas que costumam ser mais discretas. Parte da acutilância portista da primeira parte teve origem na sua capacidade de pressão, apesar de nem sempre ter acertado no tempo de entrega da bola.
 

Diego 7


Desenhou os primeiros contornos do segundo golo, numa das muitas provas de uma classe mascarada com toques de simplicidade. Menos obcecado com a beleza dos lances e sem cair na tentação do excesso de individualismo, sobressaiu com aberturas ao primeiro toque e com mudanças de velocidade que desnortearam o adversário.
 

Maniche 4


Oscilou entre o muito bom - a participação no segundo golo, por exemplo - e o péssimo: errou inúmeros passes, desistiu de muitos lances e ainda pisou Sidney desnecessariamente.
 

Quaresma 6


Remates, cruzamentos e fintas. Soma-se tudo e resulta daí o entretenimento do costume, apesar da incontornável falta de objectividade nalgumas circunstâncias. A tranquilidade do jogo acaba por desculpar e até valorizar essa irreverência que deu vivacidade ao jogo.
 

Derlei 5


Excelente a forma como acreditou e desenvolveu a jogada que viria a transformar-se no primeiro golo do FC Porto. Ligeiramente mais lutador, continua sem marcar.
 

Raul Meireles 4


Entrou na fase menos acertada da equipa, ainda que não tenha culpa directa nisso.
 

Hélder Postiga 3


Reparou-se nele quando entrou.
 

Carlos Alberto 3


Dois remates sem a direcção desejada.



 Escrito por Vitor às 16h23
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Testados novos centrais

 

      

Com Pepe e Pedro Emanuel Ausente, Pedro Ribeiro e Thiago Silva, jogadores da equipa B do FC Porto, foram chamados por Victor Fernandez para o último treino da semana, realizado à porta fechada no Estádio do Dragão. Com Pepe e Pedro Emanuel impedidos de defrontar o Penafiel, o técnico portista quis trabalhar de perto com dois jovens centrais, aumentando assim as opções num treino em que voltou a não contar com Luís Fabiano, Nuno Valente e Pedro Emanuel, que fizeram tratamento. Mesmo sem que haja qualquer central de reserva, os dois bês acabaram por ficar de fora dos convocados para o jogo desta noite.



 Escrito por Vitor às 09h37
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